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Oficina Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Famalicão
30-09-2017
A Oficina das Artes é uma valência da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Famalicão e reconhece-se como um espaço informal de construção e de encontro, um conduto dinâmico que visa a concretização de aprendizagens através de experiências diversificadas no campo das artes plásticas.

Os conceitos de aprendizagem subjacentes ao seu programa são centrados em processos de descoberta de si e do outro, individual e colectivamente, privilegiando a experiência e a partilha. Considerando que através de métodos de aprendizagem participativos, baseados na experiência, na autonomia e na responsabilidade, se desenvolvem competências (prácticas e intelectuais) e se potencia a criatividade numa perspectiva holística.

O modelo de trabalho contempla, por isso, um conjunto de técnicas e prácticas que promovem a articulação do conhecimento e da experiência, a literacia artística e a criatividade, a relação entre o indivíduo e o grupo, entre o dentro e o fora, entre a concepção e a execução.

A programação da Oficina das Artes dirige-se a crianças e jovens, fomentando distintos modos de contacto com as práticas artísticas, adequados às expectativas e sensibilidades dos vários públicos.

De acordo com Currículo Nacional de Ensino Artístico para o Ensino Básico:

A literacia em artes pressupõe a capacidade de comunicar e interpretar significados usando as linguagens das disciplinas artísticas. Implica a aquisição de competências e o uso de sinais e símbolos particulares, distintos em cada arte, para percepcionar e converter mensagens e significados. (…)

A literacia em artes implica as competências consideradas comuns a todas as disciplinas artísticas, aqui sintetizadas em quatro eixos interdependentes:

- Apropriação das linguagens elementares das artes;
- Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação;
- Desenvolvimento da criatividade;
- Compreensão das artes no contexto.


ALGUMAS REFERÊNCIAS

Entre 6 e 9 de Março de 2006 foi realizada em Lisboa a Conferência Mundial de Educação Artística da UNESCO que «pretendeu afirmar convictamente a necessidade de desenvolver competências criativas nas jovens gerações do século XXI e demonstrar a importância da Educação Artística em todas as sociedades. A Conferência procurou igualmente estabelecer um enquadramento teórico e prático, ou “Roteiro”, para fundamentar e nortear o reforço da Educação Artística. Desejou-se também dar uma especial atenção à implementação de programas de Educação Artística para pessoas de meios sociais desfavorecidos.»

Analisando o Documento Final desta Conferência que, observando o que se passa na educação a nível mundial, sintetiza um conjunto de recomendações e boas práticas para a Educação Artística a ter em conta na concretização das políticas educativas; parece-nos importante destacar os motes lançados nas intervenções de abertura dos trabalhos:

«António Damásio abordou a questão da Educação Artística na perspectiva da ciência cognitiva. (…) realçou que não basta investir no ensino das ciências e da matemática. É também necessário facultar a educação em artes e humanidades. Sublinhou que estas disciplinas não são um luxo mas antes uma necessidade, pois além de contribuírem para formar cidadãos capazes de inovar constituem um elemento fundamental no desenvolvimento da capacidade emocional indispensável a um comportamento moral íntegro. Referiu que é necessário e urgente voltar a ligar os processos cognitivo e emocional, uma vez que opções morais íntegras exigem a participação simultânea da razão e da emoção.»

Na segunda intervenção de abertura, Ken Robinson sublinhou:

«Até agora, os sistemas educativos eram construídos sobre a seguinte hierarquia de matérias: no topo, as línguas e a matemática, a seguir as humanidades e por fim as artes, como última prioridade. Além disso, no campo das artes, as artes plásticas e a música são mais frequentemente leccionadas do que a dança e o teatro. Tais sistemas educativos já não têm razão de ser. Se queremos resolver as grandes questões do mundo de hoje devemos ter em mente três objectivos fundamentais para a educação: encontrar formas de viver em conjunto, cultivar a identidade individual e fomentar a compreensão mútua. Para alcançar estes três objectivos constituem factores chave as competências pessoais, a confiança e a criatividade.»
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