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Co-organização institucional:
Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
e Rusga de S. Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho.
 De 27 de Maio a 24 de Setembro de 2006

Introdução
A presente exposição "O trajo e o trajar do Baixo Minho - finais do séc. XIX, primeira décadas do séc. XX ", surge no âmbito comemorativo do 40º aniversário da Rusga de S. Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, resultado de uma parceria institucional entre esta associação e o Mosteiro de S. Martinho de Tibães.
Pretende-se que esta mostra se torne numa "plataforma" de chegada - enquanto resultado de algumas décadas de trabalho de campo, e de partida, já que é nosso propósito encarar este(s) património(s) enquanto "objecto" que deverá permanecer aberto   discussão e reflexão, de forma a debelar pré-conceitos erróneos e desvirtualizantes associados   ideia do trajo e do trajar.
Sendo o trajo já há muito considerado "património material", um outro objectivo desta exposição, é o de elevar `categoria de "património imaterial" -   luz de um conceito mais abrangente e hodierno de "património"-, já que eles subjazem quadros mentais espirituais, valorativos, estéticos, filosofias de vida, histórias de fam­lias, comportamentos, posturas,…
Assim o fim último desta exposição será o de sensibilizar e despertar de consciências dos diferentes agentes desde - instituições, académicos, associações culturais e/ ou outros-, quer ainda, os herdeiros naturais que compõe as diferentes comunidades locais, por forma a que todos se sintam envolvidos e co-responsabilizados, na salvaguarda e promoção deste património que é de todos.

Nota explicativa da exposição
A "exposição itinerante" patente no Museu da Indústria Têxtil é constitu­da por três núcleos temáticos.
O primeiro e principal núcleo é composto por uma apresentação de peças soltas do trajo feminino e masculino desde: saias de baixo (brancas ou saiotes), ceroulas, camisas de baixo, camisas e saias de fora, aventais, coletes e corpetes, calças, jaquetas, capotilhas, capas ou capotes, xailes e lenços, passando pela diversidade de adornos de ourivesaria, até ao adereços mais caracter­sticos de cada tipologia do trajar. Algumas das peças soltas ou combinadas expostas, possuem referências espec­ficas, quanto   sua "função" e "modos de uso".
O segundo núcleo temático, sob a designação de "Reproduções: contingências e a fidelidade poss­vel…", refere-se  s diferentes formas e respectivas técnicas de reprodução de peças (cópias) a partir dos originais. Trata-se de uma tarefa que, como é óbvio, é obrigada a contornar várias contingências, sendo de destacar as que se relacionam com a inexistência ou dificuldades em se obter os materiais de confecção de outrora .
O terceiro e último núcleo temático da exposição, designado "Réstias do Trajar Popular…", consiste numa referência ás réstias na hodiernidade, do uso de algumas peças do trajo popular e respectivos adornos e/ou adereços. Assim, este núcleo compõe-se por uma série de registos fotográficos contemporâneos, recolhidos em feiras e romarias da região etnográfica do Baixo Minho.
   
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