Foi recentemente publicada a Arqueologia Industrial relativa a 2020, inserindo um conjunto de contribuições sobre a industrialização e o património industrial de Portugal, Brasil e Espanha. Entre elas, destaca-se o estudo de Guilherme Pozzer sobre a Fábrica Sampaio, Ferreira & C.ª, de Riba de Ave, no período 1896-1917. Ronaldo Rodrigues da Silva, que apresenta um estudo sobre a utilização do termo “arqueologia industrial” no Brasil, ainda no século XIX, ainda antes de Sousa Viterbo o empregar em Portugal. Paula R. Nogueira analisa a revista da Sociedade Martins Sarmento, ainda hoje em publicação, como elemento estratégico na industrialização do concelho de Guimarães. E Julián Sobrino, juntamente com Marina Sanz, apresentam a “Carta de Sevilha para o Património Industrial”. A Arqueologia Industrial pode ser adquirida nas instalações do Museu da Indústria Têxtil ou nas livrarias online mais conhecidas.
Exposição “Indústria Têxtil de Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas”
A Exposição Indústria Têxtil de Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas tem como ponto de partida a coleção documental da Fábrica do Castanheiro (1885-2013) e desenvolve uma leitura em torno dos principais acontecimentos, e fábricas têxteis que estiveram no centro de um movimento industrial transformador do século XIX - Fábrica dos Castanheiro, Fábrica do Moinho do Buraco, Companhia de Fiação e Tecidos de Guimarães. Documentos, objetos e imagens compõem a narrativa de uma industrialização tardia que despertou com a mecanização e a eletrificação, definindo o perfil industrial de Guimarães.
Resultado do desafio lançado à turma do 10º N, do Curso Profissional de Técnicos de Design da Escola Secundária Camilo Castelo Branco. O painel exposto no museu reúne 20 trabalhos dos alunos desta turma.
O desafio foi lançado pela Câmara Municipal, através do Museu da Industria Têxtil, e teve como principal objetivo sensibilizar e dar a conhecer aos mais jovens alguns aspetos importantes da história do Museu e da sua identidade.